O samba é um gênero historicamente masculino. O machismo predominou nas opiniões a respeito de quem poderia compor, tocar e cantar por décadas. No entanto, a presença feminina foi conquistando espaço ao longo do tempo, presenteando a música brasileira com mulheres de igual ou maior calibre que muitos sambistas homens.

Em termos de referência à luta pelos direitos iguai, destaca-se a guerreira Clara Nunes. Já no campo autoral, Dona Ivone Lara muda a história do samba. Por fim, quando se fala de interpretação, ganhando os palcos, apadrinhando novos talentos e popularizando a música, ninguém melhor do que Beth Carvalho.

Samba em Rede indica álbuns dessas três mulheres sambistas, que marcaram a causa da igualdade de gêneros por meio da música. Confira:

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Clara Nunes é referência das mulheres no samba

“Alegria, Minha Gente (Serra Dos Meus Sonhos Dourados)” (Dona Ivone Lara - 1982)

"Guerreira" (Clara Nunes - 1978)

“Brasileira Da Gema” (Beth Carvalho - 1996)